Voltemos à decoração. Pois bem. Quando desisti de morar de "modo provisório", resolvi arrumar a casa, mesmo sem ter casa. Comecei em Sampa. Nosso apê (meu e da Mari) era muito charmoso. Aqui em Vilhena, resolvi que começaria a comprar meus móveis "definitivos". Estou há mais de ano nesta história. Natural que me interessasse por decoração (a pesquisa, a pesquisa...). Eu já estava com boa parte do apê arrumado quando conheci um blog interessantíssimo chamado Decoeração. De lá para outros, foi um pulo. Assim, eu cheguei na minha cadeira de amamentação (que derivou o comentário da Maneca). É uma cadeira de balanço Eames e tenho minhas dúvidas se é boa para amamentar, mas é com certeza boa para ler historinhas... e é linda! Encomendei-a em Sampa e, é verdade, vou pagar os tubos pelo frete. Não é a primeira vez que faço isto. A transportadora que trouxe minhas coisas para cá é "estilo caseira". Vez ou outra eles "quebram o galho" das minhas maluquices (e cobram mais barato do que outras).
Por que seria estranho eu gostar de decoração? É a questão da imagem. Deveria uma pessoa que passa a maior parte do seu tempo ocupada com atividades consideradas nobres, como ler, escrever e tal, preocupar-se com estas coisas mundanas? Não seria mais apropriado morar em um galpão? O que as pessoas que pensam assim não percebem é que, mesmo se morasse em um galpão, ele acabaria tendo a "minha cara", ele se impregnaria do meu estilo. Não há nada de incoerente na minha atitude. A beleza está em tudo. E eu quero viver rodeada de beleza. Uma beleza que tenha a ver comigo, com minha história. E agora com a história de Tatu.
Foto: o desenho da estante, como já disse aqui, fomos eu e Tatu que criamos, assim como criamos o quarto do Poeminha. Decidimos juntos tudo que vamos comprar. Esta é a boa notícia. Tatu aprova e me ajuda na decoração do apê.
Por que seria estranho eu gostar de decoração? É a questão da imagem. Deveria uma pessoa que passa a maior parte do seu tempo ocupada com atividades consideradas nobres, como ler, escrever e tal, preocupar-se com estas coisas mundanas? Não seria mais apropriado morar em um galpão? O que as pessoas que pensam assim não percebem é que, mesmo se morasse em um galpão, ele acabaria tendo a "minha cara", ele se impregnaria do meu estilo. Não há nada de incoerente na minha atitude. A beleza está em tudo. E eu quero viver rodeada de beleza. Uma beleza que tenha a ver comigo, com minha história. E agora com a história de Tatu.
Foto: o desenho da estante, como já disse aqui, fomos eu e Tatu que criamos, assim como criamos o quarto do Poeminha. Decidimos juntos tudo que vamos comprar. Esta é a boa notícia. Tatu aprova e me ajuda na decoração do apê.

















