sábado, 24 de julho de 2010

Em Jericoacoara


Fomos ao paraíso.
Isto é, em Jericoacoara.
Eu li em algum lugar que ir em Jeri não é uma viagem, é uma experiência.
E só vivenciando aquele lugar para entender o que isso significa.
Porque é muito, muito poderoso.
Nenhum guia explica a sensação de alegria que nos assalta quando atravessamos as dunas, aos solavancos, e sentimos um outro mundo aparecer.
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Nem mesmo o burburinho da grande quantidade de turistas diminui a exuberância da natureza.
Pôr do sol nas dunas, caminhada de charrete até a pedra furada, ida ao mangue para tentar ver cavalo marinho,espiada nas muitas lojinhas artesanais, comidas deliciosas, incluindo a torta de banana da dona angelita, tudo faz parte do ritual de estar em Jeri, mas que logo viram experiências pessoais de enorme densidade emocional. E por que? Simplesmente, porque é lindo. Porque tanta beleza arrebenta a retina.  

Viemos nóstatus e o Poeminha, mais mana Mácia e amiga dela, a Fátima. Ficamos em um hotel maravilhoso, de frente para o mar. Num dia, nós, tatupais, saímos apenas os dois para andar de bugue. E apesar de termos pensado no Poeminha várias vezes, delícia um tempo só nosso para namorar.
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Acho que encontrei bons companheiros de viagem. Às vezes, ansiosos outras, impacientes, mas sempre com um olhar bonito sobre as belezas do mundo. E, no fundo, é isso que importa em toda viagem: a capacidade de se espantar diante do visto e sentido.
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Feliz.
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1 Palavrinhas:

Walky disse...

Estou encantada amiga, os lugares são maravilhosos e vcs. estão com umas caras ótimas! Saudade....